Um dia pela análise de sistemas.

05/05/2009

Hoje tive uma grata surpresa, um amigo me pediu para publicar um texto aqui no blog. Sem ao menos ler já tinha gostado a ideia, lendo gostei ainda mais.

Um dia pela análise de sistemas

Sabe o que é o pior que fazer mal feito? Não fazer. Errar implica tentativa. Criou possibilidades, tornou-se parte integrante da ação, se moveu. Aliás, inércia nunca foi fato presente nesta minha passagem temporária sobre a terra. Simplesmente não consigo. Ficar sem fazer nada é o mesmo que morrer. Mas algumas pessoas não entendem os erros, não conseguem ver o fracasso com bons olhos. As vezes torna-se até necessário. Vira combustível para retomar de forma mais dedidaca, com ‘sangue nos olhos’ como alguns dizem.

O único problema é quando o ato de fazer não depende única e exclusivamente de você. Pior ainda quando sua ação depende de outrem pra iniciar. Nossa, quão morosa pode ser a espera. E sabe de uma coisa, todo mundo tem um ‘timing’ diferente, fato. Sua espera pode ser breve e pode ser secular, igual a noite com muita praga: parece não acabar nunca. Não se pode esperar que uma pessoa tenha o mesmo tempo de reação que você, ou que aprenda com a mesma velocidade. E isso pode frustrar em primeiro momento, mas viva as diferenças.

O texto pode parecer um pouco desconexo enquanto você vai passando por estas palavras, mas é uma forma prolixa de dizer que: Não espere dos outros mais do que espera de si. Alias, não pense muito. Seja prático e minimalista, só não seja descuidado. Senão um problema que nunca foi seu, pode se tornar seu companheiro por muito tempo. Mas se for ao inferno por conta disso, faz um favor: abraça o cão, você já está lá mesmo.

Autor:  Fabiano Fonseca (Bizkitt)


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